A pandemia da COVID-19 afetou diversos segmentos econômicos. Um deles foi o do ramo de leilões que durante o ápice ficaram se sem realizados três eventos e atualmente a realização é com restrição de acesso dentro das medidas impostas para segurança em saúde. Mas apesar disso, as negociações tem sido realizadas, mas em valor menor do que era feito antes da pandemia.

Além disso, nos últimos meses houve aumento no preço final ao consumidor devido a falta de animais para o abate no mercado interno, uma vez que as exportações falaram mais alto devido ao valor do dólar. Outra situação que impacta diretamente é o preço de produção de bovinos de corte devido a seca onde as pastagens ficaram bastante prejudicadas.

Segundo Luciano Nunes, um dos responsáveis pela realização dos leilões no Sindicato Rural de Patrocínio, com a escassez de gado devido ao pico do período seco e com a chegada do período chuvoso, onde haverá oferta de pastagem, a procura deverá aumentar.

Em entrevista à Capital FM 107,3 e Dianews.com.br, Luciano explicou que vários fatores interferem na valorização dos bovinos de corte ou leiteiro.

“Tem a valorização do dólar que que facilita outros países importarem leite e carne produzidos no Brasil e com relação ao mercado interno, é a lei da oferta e da procura. Nesse momento, nós estamos no pico de escassez de alimento, as pastagens estão degradas, já estão secas, no limite e o custo de alimento está altíssimo”, disse.

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